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POR QUE CHAMAS? Por que chamas a mim meu amor? Seu teu é o amor e meu é o ser? Não tens amor, pois amor és, flor Não se pode amar o amor sem o ter. Por que chamas amor o que sente? Amor ultrapassa o sentir, a paixão É atemporal e transcendente Amor é consistência e admiração. Por que chamas o amor romance? Amor não é novela, Não se sente em um lance É uma ternura singela. Por que chamas meu coração? O amor é integral, completo Não reduz-se a uma única ação É o extremo ato de afeto. SERGIO FAJARDO http://www.recantodasletras.com.br/poesiasdeamor/3543767
Escrito por Sergio Fajardo às 00h40
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O ócio e a construção de si, por EUGÈNE ENRIQUEZ. Na Atenas do século V a.C., o cidadão livre não trabalhava. Ocupava-se das questões da cidade e da definição da política interior e exterior a esta. Apenas trabalhavam para ganhar a vida os agricultores (mencionados por Hesíodo em Os trabalhos e os dias), os artesãos e os diversos escravos e metecos (alguns de alto nível) que fabricavam, transportavam e consertavam os objetos necessários à vida civil e à tranquilidade da cidade. O mesmo ocorria em Roma, onde o trabalho era considerado uma tortura (o que nos lembra o famoso tripalium), indigno dos cidadãos que usufruíam do otium (termo oposto ao negotium, aos negócios e ao comércio). Durante toda a Antiguidade, Idade Média e início dos tempos modernos, trabalhar era incompatível com a condição de homem livre. A Revolução Industrial, a revolução da Independência americana, a Revolução Francesa subverteram essa tradição. O trabalho, ao invés de ser estigmatizado, torna-se o “grande integrador” das novas sociedades que emergiram com essas revoluções. A partir desse momento, o ócio, o lazer, a preguiça tornam-se marcas de infâmia. Quem não trabalha não tem direito de viver ou, na melhor hipótese, de ser ajudado e ser colocado à margem da sociedade. Basta lembrarmo-nos da famosa parábola “os zangões e as abelhas” do conde de Saint-Simon que é uma verdadeira declaração de guerra aos ociosos, definidos como seres inúteis e nocivos. A era da ascensão do capitalismo mundial só reforçou essa nova tendência das sociedades de se voltar para o progresso, para a produção infinita e consumo sempre renovado de objetos. Apenas os “espíritos fortes” como Samuel Johnson, Stevenson, Lafargue, Russel se opuseram a essa “mobilização geral” que alçava o “Trabalhador” (E. Jünger) ao patamar de herói dos novos tempos. Atualmente, o trabalho (ou se não for o caso, o emprego) tornou-se o valor central. Todos procuram um emprego e o desemprego é a preocupação dos que temem ser rejeitados pela sociedade e perder suas identidades. Consequentemente, todos multiplicam suas atividades: o homem e a mulher modernos, quando saem do trabalho, vão cuidar dos filhos, fazer esporte, participar de associações, fazer política… Nem um minuto pode ser desperdiçado. E como as tarefas passam por acelerações, contínuas reorganizações e transformações, eles têm de seguir adiante, adaptando-se e mudando sob pena de serem colocados à margem da sociedade. Donde o estresse permanente, o burnout, a depressão e, às vezes, o suicídio. O indivíduo moderno, isolado, atomizado, corre o dia todo. Ele é tomado por uma “obsessão de plenitude” pela qual paga muito caro, principalmente com “a perda de si”. Na realidade, os seres humanos têm uma necessidade vital de preguiça, ócio, lerdeza, de perder tempo. Como escreve admiravelmente Paul Valéry : Ces jours qui te semblent vides/Et perdus pour l’univers/Ont des racines avides/Qui travaillent les déserts/ Eles precisam de tempo para pensar e agir corretamente. Precisam pensar: pensar, no sentido intrínseco do termo, significa construir uma reflexão nova, um paradigma desconhecido e não apenas repetir, acreditando estar sendo original, os estereótipos, os prets-à-penser culturais advindos do “caráter social” (E. Fromm) ou do “imaginário social” (Castoriadis) predominantes em uma determinada época. É verdade que também é possível pensar em termos do paradigma comum, porém é preciso saber identificar e escolher os dados, reuni-los, combiná-los, torná-los operacionais para que possam resultar em conclusões não previstas. Pensar significa ainda ser capaz de reflexividade, ou seja, de voltar-se para si, de compreender as razões profundas que nos fazem “pensar” tal coisa e não outra, que nos fazem escolher tal problemática e não qualquer outra. Além disso, o pensamento não é somente lógico e depende de nossa subjetividade, logo, de nossas paixões e emoções. Para bem pensar, é necessário ainda que sejamos capazes de nos interrogarmos sobre “quem somos”, o que nos motiva, atrai, faz sofrer e dá prazer. É necessário, portanto, que exista a “preocupação de si” (Foucault), que estejamos aptos a nos analisar (Freud), sozinhos ou com a ajuda de outro, que queiramos nos entender como um ser em movimento, em mutação e compreender o processo que nos anima. Ao pensarmos algo novo, ao pensarmos nos termos do antigo paradigma, ao pensarmos sobre quem somos, nos construímos a cada dia, pois somos seres definitivamente marcados pelo “inacabado”. Tudo isso demanda tempo, silêncio, lentidão. A tartaruga pensa melhor que a lebre. A rapidez, a capacidade de adaptação contínua, a urgência, ao contrário, matam a reflexão tornando-nos seres conformistas, normalizados, perfeitamente substituíveis. A própria ação exige duração, exige constância no esforço. Os verdadeiros desportistas sabem muito bem que devem treinar todos os dias para alcançar suas metas. E todos nós também sabemos disso. Pois uma ação é preparada, iniciada, tem consequências que devemos prever e outras não previsíveis que devemos imaginar para não sermos pegos despreparados. Uma ação precisa sempre de tempo para mostrar-se pertinente ou absurda.Não existimos apenas por nosso pensamento e subjetividade, mas pelo que fazemos. E quando morrermos, seremos julgados por nossos atos e não por nossas intenções. Ademais, o ser humano é, primeiramente, dotado de imaginação, é aquele sonhador perpétuo ao qual aludia A. Breton. O homem, se não tivesse imaginação (como G. Bacherlard demonstrou de forma magnífica) não teria inventado os mitos, os ritos, as lendas, nunca teria se aventurado por mares desconhecidos e não teria descoberto a América. Um ser sem imaginação não apenas nada constrói e repete, mas também não se constrói, acredita ser dotado de uma determinada natureza a qual se prende sem jamais desprender-se. Tem muito medo do risco que pode correr. Ora, o homem é um ser do risco e não da repetição. Acrescentemos que para se construir, precisamos uns dos outros. A criança necessita de seus pais, o adolescente dos amigos e professores, o adulto dos colegas de trabalho ou companheiros de política. O homem, só, não é nada (os romanos tinham razão quando diziam: “Morte ao homem só”). É apenas pela amizade (à qual fazem referência todos os escritores da Antiguidade) e pelo amor de uma pessoa, de um grupo, de uma causa que o ser cresce e torna-se ele próprio: o ser individual e o ser social. Estes encontros com os outros obrigam-no a se defrontar com problemas de identidade e alteridade. Quem sou eu e quem são esses outros que amo ou que me causam repulsa. Em tal situação, o sujeito, mais uma vez, precisa de tempo. Tempo para analisar sua relação com o outro, tempo para entender o outro, particularmente quando esse outro é de outro sexo ou de outra cultura. Em função disso, precisa de repouso, tranquilidade, momentos de verdadeira “ataraxia”. Se o homem não tivesse o lazer para nada fazer, sonhar, admirar uma paisagem, refletir sobre o mundo, sobre os outros e sobre si mesmo, ele não seria mais do que um animal motivado pela fome. E é nisso que a sociedade atual tende a transformá-lo. Mas felizmente, mesmo que às vezes isso aconteça, na maior parte do tempo os homens sabem se rebelar e acreditar em sua liberdade de pensar, de imaginar e de amar. http://elogioapreguica.com.br/?page_id=67
Escrito por Sergio Fajardo às 15h24
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NA MINHA ÉPOCA
Na minha época era diferente Tudo bem mais profundo O prazer de toda gente Ver e descobrir o mundo.
Na minha época tédio não existia A paixão era uma aventura O cotidiano poesia Não se implicava com gordura.
Na minha época havia mais contato Abraços carinhosos e lealdade O ser era humano de fato Brincávamos sem maldade.
Na minha época o tempo era lento Pressa e correria não tinham lugar Parávamos para sentir o vento Unidos olhávamos o mar.
Na minha época a vida era uma beleza Era possível ouvir os pássaros e a chuva Comer bolo de fubá de sobremesa Colher do parreiral a uva.
Na minha época pouco era o bastante Divertir-se sem preocupações Ser era o mais importante Valorizar as sensações.
Na minha época não era assim Havia espontaneidade Recomeços em cada fim Naturalmente à vontade.
Mas minha época não acabou O meu tempo também é o agora Pena que tanto mudou Não é como foi outrora.
SERGIO FAJARDO http://www.recantodasletras.com.br/poesias/3476995
Escrito por Sergio Fajardo às 23h19
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SER MAU CARÁTER É...
Ser falso amigo Falar mal pelas costas Jamais se arrepender Nunca pedir desculpas Tornar críticas em algo pessoal Insultar gratuitamente Ter o egoísmo como referência Usar de hipocrisia Ser trapaceiro Ter espírito vingativo Não se envergonhar dos erros Provocar intrigas Mentir sempre Agir de modo dissimulado Usar de baixarias Enganar e agredir Manipular. SERGIO FAJARDO http://www.recantodasletras.com.br/pensamentos/3228476
Escrito por Sergio Fajardo às 22h47
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FINAL DE ANO
Quando chega o final do ano As pessoas ficam mais sensíveis Fazem um balanço de suas vidas Refletem sobre o que as espera. - Nos últimos dias de dezembro Alguns só querem comemorar Outros ficam tristes e deprimidos A maioria altera sua rotina Saindo do seu estado normal. - É nesse momento de festas Que ficamos mais abertos A ouvir os pensamentos Ou tentar esquecer Problemas e dilemas. - Finda-se o ano, pessoas se vão Algumas chegam, como novidades Outras deixam saudades, Novo ano são novas lutas, desafios e expectativas Nossos sonhos à prova, novamente. - SERGIO FAJARDO 17/12/2012 http://www.recantodasletras.com.br/poesias/3393108
Escrito por Sergio Fajardo às 13h09
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11/11/2011 - 22h16 Projeto orçamentário de Itajaí (SC) traz nome da cidade errado, e problema é descoberto por vereador cegoLéo Pereira Especial para o UOL Notícias Em FlorianópolisO projeto orçamentário de 2012 para Itajaí (95 km de Florianópolis), que está em tramitação na Câmara de Vereadores, traz na página de apresentação o nome de Porto Velho (RO), e não o da cidade catarinense. O erro foi descoberto por um parlamentar cego. Um inquérito jurídico foi aberto pelo município para verificar de quem é a responsabilidade pela falha. "Foi quase uma ironia do destino. São erros grosseiros, parece 'control c, control v'. Sinto-me frustrado e surpreso ao mesmo tempo", afirma o vereador Marcelo Werner (PCdoB), que alega que o projeto possui trechos copiados da lei orçamentária de Porto Velho. A proposta passou pelas mãos de secretários, procuradores e inclusive do prefeito antes de chegar aos vereadores, na última terça-feira (8). Werner acompanha os textos através de software especial ou pede para que sua assessoria os leia em voz alta. O parlamentar, que é cego desde os 16 anos (hoje, ele está com 30), apontou outros problemas no orçamento. Um exemplo citado é o valor descrito por extenso para a Fundação Municipal de Esportes, que chega a R$ 13 milhões. Entretanto, em numeral, o valor é bem menor: R$ 3,6 milhões. Segundo a Secretaria de Planejamento de Itajaí, houve demora no repasse de relatórios pelas secretarias, e por isso a proposta orçamentária foi remetida com pressa para a Câmara. A expectativa é de que o texto revisto seja enviado de volta aos vereadores durante a próxima semana. O orçamento precisa ser aprovado antes do recesso parlamentar, no fim do ano. O texto deve ser votado em duas sessões no plenário, num prazo de até 30 dias. http://noticias.uol.com.br/politica/2011/11/11/projeto-orcamentario-de-itajai-sc-traz-nome-da-cidade-errado-e-problema-e-descoberto-por-vereador-cego.jhtm
Escrito por Sergio Fajardo às 22h34
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HORIZONTE AMPLIADO
Força aos pobres de espírito Cujo desalento é justificável Apoio aos tristes de coração Pelos opressores, injustiçados Levantem-se os esquecidos Ignorados pela ignorância Gritem os que se submetem Ao argumento de autoridade. Acordem os sonhos adormecidos Ressurgidos das cinzas da indiferença Movimentem as esperanças inertes Na inconsciência consciente. Abram as mentes à criatividade Desobstruam os caminhos da natureza Fortalecendo a reflexão e o pensamento livre Vivamos um horizonte ampliado! SERGIO FAJARDO http://www.recantodasletras.com.br/poesias/3292186
Escrito por Sergio Fajardo às 21h37
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01/10/2011 - 07h00Alucinógeno presente no cogumelo pode causar alteração duradoura de personalidadeDo UOL Ciência e Saúde Em São Paulo Uma única dose do alucinógeno psilocibina, o princípio ativo dos chamados "cogumelos mágicos", pode provocar uma mudança de personalidade permanente. A conclusão é de um estudo realizado por cientistas da Universidade Johns Hopkins, nos EUA. Os pesquisadores descobriram que os usuários ficaram com o que as pessoas chamam de "mente mais aberta" após o uso da substância. A característica envolve aspectos como imaginação, senso estético, sentimentos e ideias abstratas. A mudança foi detectada em 60% dos 51 indivíduos que participaram do estudo. A pesquisa foi publicada no periódico Journal of Psychopharmacology. Os participantes do estudo passaram por duas a cinco experiências com a substância, separadas por um intervalo de ao menos três semanas. Em cada sessão, os voluntários se deitavam em um sofá e usavam fones de ouvido e máscara nos olhos, a fim de evitar distrações. A personalidade dos voluntários foi analisada por meio de questionários aplicados um ou dois meses após acada sessão e cerca de 14 meses após a última experiência. Griffiths acredita que a mudança na personalidade dos usuários deve ser permanente, já que foi observada após tanto tempo. Griffiths ressalta que alguns dos voluntários declararam ter experimentado forte sensação de medo ou ansiedade em parte das sessões (o efeito alucinógeno chega a durar oito horas). Mas nenhum deles teve sintomas graves. De qualquer forma, ele avisa que esse efeito negativo pode ser mais intenso quando o alucinógeno é usado sem supervisão. Outra questão apontada pelo pesquisador é que a mudança de personalidade foi verificada especialmente nos voluntários que relataram experiências místicas, ou seja, uma sensação de conexão com o todo, durante o uso da substância. Praticamente todos os participantes se consideravam espiritualmente ativos, mais da metade tinham diplomas de pós-graduação e todos podiam ser considerados psicologicamente saudáveis. Griffiths acredita que a psilocibina pode ter utilidade terapêutica. Ele atualmente estuda a possibilidade de usar o alucinógeno para ajudar pacientes com câncer a lidar com a ansiedade e a depressão após o diagnóstico e fumantes a largar o vício. http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2011/10/01/alucinogeno.jhtm?cmpid=facebook
Escrito por Sergio Fajardo às 13h37
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BREVE
Por um breve momento Estive ao seu lado Abracei o vento Ouvi-me calado. Por um breve instante Agarrei-me à paisagem Fui da lua amante Fiz-me miragem. Por um breve minuto Esqueci-me de querer Tornei-me astuto Entreguei-me ao prazer. Por um breve dia Liberei emoção Percebi a alegria Abri o coração. SERGIO FAJARDO http://www.recantodasletras.com.br/poesias/3244821
Escrito por Sergio Fajardo às 00h50
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19/09/2011 - 16h55Mulheres que usam saia estão mais propensas a ganhar salário maior, aponta estudoUm estudo realizado pela Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido, revela que as mulheres que usam saias, ao invés de calças, são consideradas mais confiáveis no trabalho e estão mais propensas a ganhar um salário maior. Segundo Karen Pine, professora do departamento de psicologia e uma das coordenadoras do estudo, a descoberta contradiz pesquisas anteriores que sugerem que as mulheres devem se vestir como homens para ter sucesso no trabalho.
No total, 300 pessoas participaram do estudo. Elas foram convidadas a avaliar oito imagens de mulheres vestindo saia ou calça de acordo com os seguintes critérios: confiança, sucesso, credibilidade, salário e flexibilidade.
As roupas usadas pelas modelos foram feitas com o mesmo tipo de tecido na cor azul marinho e as características faciais foram ocultadas digitalmente.
Os cientistas descobriram que as mulheres que vestiam saia receberam mais avaliações positivas do que as outras.
Pine explica que depois de ver um rosto por apenas um segundo, as pessoas fazem julgamentos sobre atributos pessoais e profissionais e as mulheres devem manter uma identidade que equilibra profissionalismo com atratividade.
"A saia pode atingir esse equilíbrio sem parecer provocativa. Mas é preciso tomar cuidado com decotes ou micro-saias. Roupas provocantes são consideradas de baixo status profissional", declarou ao Mail Online. http://noticias.uol.com.br/empregos/ultimas-noticias/2011/09/19/mulheres-que-usam-saia-estao-mais-propensas-a-ganhar-um-salario-maior-aponta-estudo.jhtm
Escrito por Sergio Fajardo às 19h30
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"Quando o critério para as decisões passa a ser o puxa-saquismo é sinal que há algo errado." (Sergio Fajardo) http://www.recantodasletras.com.br/frases/3229010
Escrito por Sergio Fajardo às 19h27
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Já ouviu falar de alergia a Wi-Fi? Vila foi criada para quem tem esse problemaDoença é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde. Os sintomas são vermelhidão, formigamento e queimação, entre outros | 14 de Setembro de 2011 | 18:15h |
| Você já ouviu falar de alguém que tenha alergia a Wi-Fi ou celulares? Provavelmente não. Mas uma cidade chamada Green Bank, na Virgínia, EUA, é um abrigo para aqueles que acreditam sofrer com a radiação eletromagnética emitida por esses dispositivos.
De acordo com a BBC, Green Bank possui 143 moradores. Porém, lentamente, ela está se transformando em um abrigo. Os que acreditam sofrer de Hipersensibilidade Eletromagnética (EHS), causada pela exposição a campos eletromagnéticos emitidos por celulares, Wi-Fi e dispositivos eletrônicos, vão para lá.
A aldeia foi criada na U.S. National Radio Quiet Zone, área onde as transmissões sem fio são extremamente restritas, para não haver interferência com radiotelescópios. Esse local possui cerca de 13 mil km² de extensão.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhece a EHS como "uma doença real e que pode variar muito em sua severidade". Os sintomas apresentados vão desde vermelhidão, formigamento e sensação de queimadura na pele até fadiga, cansaço, dificuldade de concentração, tonturas, náuseas, palpitações cardíacas e distúrbios digestivos.
Se o eletromagnetismo causa ou não esses sintomas, ninguém afirma ao certo. A OMS não oferece critérios de diagnóstico claros e, muito menos, diz se os sintomas podem ser relacionados com os campos eletromagnéticos. Porém, segundo Diane Schou, moradora de Green Bank, o local faz com que as pessoas se sintam melhor.

Segundo Schou, "viver no Green Bank me permite ser mais do que apenas uma pessoa normal. Posso estar ao ar livre, sem ter que viver em uma gaiola. Eu posso ver o nascer do sol, as estrelas à noite, a chuva. Aqui, posso estar com as pessoas, pois elas não têm celulares e posso me socializar", completa.
http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/ja_ouviu_falar_de_alergia_a_wifi_vila_foi_criada_para_quem_tem_esse_problema
Escrito por Sergio Fajardo às 23h53
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NÃO É PERMITIDO
Não é permitido expressar Opinião, qualquer que seja, Contrária ao seu ponto de vista Ou mal compreendida, Aos olhares intolerantes. Não é permitido manifestar-se Pouco importa o pensamento alheio Vale o discurso único, Que impõe a suposta verdade, Unilateral. Não é permitido espontaneidade Ela representa ameaça À crítica, do ferro e do fogo Que expulsa o diálogo, Desqualifica o interlocutor. Não é permitido falar Tornar público desejos Divergir, contrariar Somente o que for de acordo Com as conveniências. Não é permitido quase nada Só resta-nos refletir O pensamento é livre Não vão nos prender Acusados de sonhar. SERGIO FAJARDO 12/09/2011 http://www.recantodasletras.com.br/poesias/3215625
Escrito por Sergio Fajardo às 00h59
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DESAPARECEU
Busco na paisagem Rastros do teu olhar Percebo tua imagem No vento a dissipar. Encontrar-te quero Mas não consigo Procuro abraço sincero Mas não encontro abrigo. Desapareceu no horizonte Murchou a última flor Esvaiu-se da fonte A finda gota de amor. SERGIO FAJARDO
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/3208875
Escrito por Sergio Fajardo às 23h40
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Escrito por Sergio Fajardo às 00h28
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